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CPA

Processo de autoavaliação institucional

O objetivo geral da Comissão Própria de Avaliação da Faculdade Minas Gerais é a implementação do processo de autoavaliação, a sistematização e a prestação das informações solicitadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP. Para a concretização desse objetivo, a CPA deve desenvolver em sua metodologia de trabalho os seguintes procedimentos:

  • Analisar as ações da instituição, tomando como base as dez dimensões previstas pelo SINAES;
    • Identificar potencialidades e fragilidades relativas ao contexto acadêmico e administrativo, bem como propor ações de melhoria dos processos;
    • Estabelecer um elo entre a comunidade acadêmica e os gestores da instituição;
    • Nortear e acompanhar as ações de melhoria realizadas, a partir dos relatórios produzidos ao final de cada processo;
    • Desenvolver uma cultura de avalição permanente entre os diferentes públicos envolvidos na IES.

Refletir sobre o processo de autoavaliação institucional é um passo fundamental para que se promovam ações significativas que possam resultar na melhoria do processo educacional. Nesse sentido, destaca-se o conceito de avaliação institucional apresentado por Voos (2004, p. 29), como “uma atividade organizadora, sistemática e orientadora da reflexão das ações de uma instituição de ensino, como também, uma opção política de (re)significação e (re)conceitualização de suas práticas”.

Destacam-se importantes aspectos que caracterizam a avaliação institucional: o resgate e a organização de dados, informações e saberes; o resgate e interpretação dos significados das práticas; a produção e socialização da existência da vida institucional e a validação de sentidos, traduzida na imagem conferida pela marca, pela efetividade do fazer institucional e pela relevância social das ações.

O processo de construção da autoavaliação na IES deve retratar o compromisso institucional com o autoconhecimento e sua relação com o todo, em prol da qualidade de todos os serviços que ela oferece à sociedade. Compreende-se, desse modo, a autoavaliação como um forte instrumento de gestão, que pode promover resultados eficientes, que demonstrem com maior fidelidade o retrato da instituição.

Nessa perspectiva, a Faculdade Minas Gerais propõe um modelo de autoavaliação institucional, concebido como um processo de caráter diagnóstico, formativo e de compromisso coletivo, cujo objetivo é identificar o perfil institucional e o significado de sua atuação por meio de suas atividades relacionadas ao ensino, pesquisa e extensão.

Ressalta-se a importância de se adotar um modelo de autoavaliação institucional com foco na gestão de processos. A avaliação se configura, desse modo, como um movimento sistêmico, capaz de fornecer subsídios, em suas dimensões política, acadêmica e administrativa, para o autoconhecimento institucional e o aprimoramento da qualidade da gestão, do ensino, das atividades de pesquisa e extensão, bem como para as revisões necessárias do PDI.

Um dos instrumentos que contribui para a realização da avaliação são os questionários avaliativos eletrônicos, implantados para facilitar a coleta de dados e organização das informações, otimizando, assim, os trabalhos da CPA e o acompanhamento do processo de melhorias.

A avaliação favorece, de forma integrada, a organização do processo de tomada de decisões por parte dos gestores, a melhoria da qualidade das ações praticadas, o cumprimento da missão, a consolidação dos seus princípios e valores, bem como o fortalecimento da imagem e identidade desta instituição.

A avaliação tem como principal fim, o planejamento, para que, à luz das experiências vivenciadas, seja a caminhada projetada para o futuro, sempre buscando atender melhor o alunado.

A execução — preparação, desenvolvimento e consolidação — do Plano de Avaliação Institucional da FAMIG, abrange as seguintes etapas:

a) Replanejamento do processo avaliativo:

  • Institucional (presente em todas as etapas do processo avaliativo);
    • Análise de experiências, em nível de educação superior, sobre avaliação institucional.

b) Elaboração / reelaboração de instrumentos avaliativos:

  • Aplicação dos instrumentos avaliativos;
    • Definição de estratégias e de instruções de aplicação dos instrumentos;
    • Aplicação propriamente dita dos instrumentos;
    • Organização dos instrumentos respondidos, incluindo a purificação de dados;
    • Abrangência das 10 dimensões do SINAES.

c) Sistematização dos dados coletados em documentos básicos (relatórios parciais):

  • Processamento eletrônico (apuração e tabulação de dados);
    • Categorização das questões abertas;
    • Compilação de documentos complementares sobre a organização institucional;
    • Organização de relatórios parciais.

d) Realização de Seminários de Avaliação:

  • Organização de quadros-síntese de informações (aspectos positivos, negativos e potencialidades institucionais);
    • Proposição de prioridades e de estratégias institucionais.

e) Organização de documento geral conclusivo:

  • Produção textual do documento;
    • Editoração do documento;
    • Editoração de gráficos e tabelas demonstrativas.

f) Divulgação dos resultados obtidos no processo avaliativo;

  • Âmbito institucional;
    • Âmbito comunitário.

A CPA vem aperfeiçoando suas estratégias de divulgação, tanto do processo avaliativo, quanto da divulgação dos resultados, o que tem sido meta da equipe desde o início de sua gestão. Para isso, a CPA tem buscado divulgar cada vez mais os resultados da avaliação institucional, com o objetivo de que, cada setor, diante das médias obtidas, tenham condições de implementar mudanças ou melhorias em seus serviços e processos.

.Autoavaliação institucional: participação da comunidade acadêmica

Dado a complexidade dos assuntos a serem analisados, a instituição optou estabelecer a composição da CPA com um representante da direção, um representante da coordenação, um representante do corpo docente, um representante do corpo técnico-administrativo, dois representantes do corpo discente e, finalmente, um representante da comunidade.

Essa composição possibilita que as visões e percepções dos diferentes segmentos representados na Comissão sejam contempladas no processo de diagnóstico e análise das práticas da IES, resultando em um processo de avaliação coletiva e democrática mais consistente.

Em fevereiro de 2014, constituiu-se nova CPA com o objetivo de promover o processo de autoavaliação institucional relativo ao ano de 2014. Antes mesmo de iniciar esse projeto, a coordenadora da comissão sentiu a necessidade de reunir-se com os demais membros, com vistas a refletir sobre:

  • A importância da autoavaliação institucional; os objetivos e funções da CPA;
  • A Lei 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) no Brasil;
  • O instrumento de avaliação das Instituições de Ensino Superior (IES), ressaltando-se suas características e as dimensões avaliadas;
  • Os formulários de avaliação de docentes, discentes e técnicos administrativos;
  • Os relatórios de autoavaliação relativa aos anos de 2011 e 2012;
  • O processo de autoavaliação institucional relativo a 2013;
  • A proposta de elaboração do relatório;
  • A divulgação dos resultados.

A partir desse primeiro encontro e das decisões tomadas, formalizou-se o processo de autoavaliação institucional relativo ao ano de 2014, cujo relatório encontra-se disponível no site.

Novamente, em 2016, nova CPA foi constituída para avaliar os relatórios e os questionários das avaliações passadas, aperfeiçoar os questionários, em especial do EAD, além de continuar a cumprir os objetivos da Comissão. Analisando-se o trabalho desempenhado pela CPA desde sua criação, pode-se ressaltar a nova cultura de crescente participação de docentes, técnicos administrativos e alunos, no processo avaliativo

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